Quando o Scott Hancock pegou na minha cintura e mandou eu ficar de quatro no colchão, eu já tava molhadinha só de pensar naqueles peitões falsos balançando na minha cara. Ele nem teve que pedir duas vezes, eu abaixei na hora, mostrando a bucetinha depilada pro pau dele, que já tava duro pra caralho só de me ver me ajoelhar no chão. O primeiro tapa na minha bunda me fez pular e gemer alto, ele agarrou meu cabelo comprido e puxou até eu encostar a testa no colchão, a xota escorrendo de vontade. Quando ele meteu de uma vez, senti o pau dele rasgar meu gozo até o talo, a porra do comprimento dele enchendo cada pedacinho de mim e me fazendo gritar que nem uma vadia no cio. O desgraçado começou a socar com força, os peitos falsos balançando pra todos os lados, os mamilos duros batendo no meu queixo enquanto eu babava de prazer. Eu tentei me segurar nos lençóis, mas ele segurou firme na minha cintura e me puxou pra trás toda vez que o pau dele saía, só pra entrar de novo com mais força e me fazer chiar que nem uma chaleira. Quando ele mandou eu segurar as próprias pernas e abrir mais o cu, eu obedeci na hora, sentindo aquele pau monstruoso rasgar minha boceta por dentro enquanto os gemidos do Scott Hancock enchiam o quarto de porra. Ele não parou nem quando eu gozei pela terceira vez, a porra escorrendo pelas minhas coxas enquanto eu implorava pra ele não parar, a voz saindo toda trêmula de tanto prazer. O cara foi até o fundo, esmagando a minha xota contra o colchão enquanto gozava dentro de mim, enchendo meu útero de porra quente e me deixando toda satisfeita, os peitos falsos tremendo com cada arfada que eu dava. Quando ele saiu, eu fiquei caída no chão, a boceta toda molhada e o pau dele brilhando com os meus sucos, a boca toda babada de tanto beijar aquele cacete gigante.