Eu tava só enrolando na sala, enrolada naquela camisinha de natal apertadinha que só eu sei usar mesmo, quando o Vladimir P passou reto pra cozinha pegar uma cerveja e deu de cara comigo me rebolando toda pra ele ver. A blusa curta nem cobria meus peitos de coroa coroa e o shortinho tipo saia só aumentou o tesão que eu já tava sentindo. Ele parou na porta engolindo em seco, os olhos grudados na minha buceta que já tava toda molhada só de pensar em fazer ele perder o controle. Sem nem pedir licença, ele jogou a camisa no chão e veio pra cima de mim com o pau duro pra caralho, esfregando a cabeça grossa na minha coxa enquanto eu gemia e puxava o cabelo dele pra beijar minha boca aberta. Eu ajoelhei na frente dele e abri bem a boca pra engolir aquele pau enorme do Vladimir, lambendo toda a veia grossa enquanto ouvia ele gemer alto e dizer que eu era a coroa madura mais safada que ele já comeu. Quando ele me levantou do chão e me jogou no sofá, eu abri as pernas toda e mandei ele meter logo porque não aguentava mais sentir aquela vontade de xota do caralho. Ele entrou com tudo, socando fundo enquanto eu gritava e apertava a bunda dele com as unhas, sentindo cada centímetro daquele pau grosso rasgando meu gozo com vontade. O Toma Mur tava filmando tudo por trás e eu só pensava em como tava linda de peruca ruiva e camisinha de natal, toda molhada e gemendo praqueles dois marmanjos me comerem sem dó. Quando ele começou a meter com força, a cama tava toda molhada da porra escorrendo e eu só gritava pra ele não parar, sentindo meu pau na buceta cada vez mais fundo até gozar duas vezes seguidas gozando em cima dele. Ele ainda me levou pro quarto e me comeu lento na posição de vaca no curral, devagarzinho pra eu sentir cada estocada até o clímax final quando a gente gozou junto, eu com a xota toda melada e ele com a porra escorrendo pela coxa.