Quando a prima Uttaran20 chegou de visita em casa, eu e a Sisty mal acreditamos no que nossos olhos viam — aquele corpinho magrinho mas com umas peitos naturais que pareciam dois melões perfeitos, balançando toda vez que ela caminhava pela sala. A vadia nem tirou o shortinho curto na hora do almoço, só passou a mão no meu pau por cima da calça enquanto eu servia o prato e já mandou um boquete por cima da roupa, a língua lambendo o contorno da glande com vontade de chupar mesmo. A Sisty, que já era minha fodida há tempos, não ficou parada e logo desceu a mão na buceta da prima, abrindo bem as perninhas magras dela na beira do sofá enquanto eu tirava a calça e o pau duro pulava pra fora sem cerimônia. A Uttaran20 gemeu alto quando a Sisty meteu dois dedos na xota dela, já toda molhada e escorrendo, e eu não perco tempo: ajoelho no chão e enfio a cara na vagina escancarada, lambendo a bucetinha apertada dela com vontade, sentindo o gosto doce e a textura molhadinha que pegava na minha língua. A prima tremia toda e puxava meu cabelo enquanto eu fazia um oralão, até que ela não aguentou e me empurrou pra cama mandando meter logo naquele cuzinho apertado que eu mal conseguia enfiar um dedo. Montei nela na posição de missionário, a Sisty subindo por cima e enfiando o pau todo na bocetinha da prima enquanto eu socava aquele cu de vez em quando, a Uttaran20 gemendo cada vez mais alto e apertando ela toda pra gozar em cima do meu pau. Quando a Sisty gozou jogando a cabeça pra trás e espremendo a buceta na minha pica, eu resolvi trocar: saí de dentro da Sisty e meti na prima com tudo, ela gritando que não aguentava mais um pau daquele tamanho e que ia vazar porra toda. Apertei bem a cintura dela e dei uns quinze minutos socando sem parar até a Uttaran20 gozar novamente, a xota dela jorrando pra todo lado enquanto eu jogava a porra toda na cara e no peito dela, a Sisty rindo e passando a mão naqueles peitos naturais cheios de porra quente.