A madrasta coroa safada não aguentava mais esconder daquele pau duro e cafajeste do enteado pervertido que vinha dando mole para a bundona dela desde o café da manhã, os dois mal se falavam na frente do marido sabidão que nem desconfiava de nada enquanto decorava a árvore de Natal. Ela já tinha dado uma olhada de relance quando ele levantou a camisa pra mostrar aquele tanquinho malhado, a calça jeans mal tapando aquele volume que fazia a xota dela latejar toda vez que ouvia os barulhos da cozinha. Quando o marido saiu pra buscar mais enfeites na garagem, a coroa não perdeu tempo e puxou ele pela mão, empurrando-o pra dentro do quarto escuro antes que chegasse a vez do peru assar. Assim que a porta fechou, ela tirou o vestido justo, mostrando aqueles peitões duros e a bunda redonda que balançava toda vez que ela andava, os mamilos já duros de tão excitada, e o enteado não perdeu um segundo sequer pra enfiar o pau duro dentro daquela xota escorrendo de tão molhada que a coroa tava. A coroa gemeu alto, mordendo o lábio inferior enquanto ele metia gostoso, as coxas tremendo cada vez que aquela glande inchada raspava na sua boceta apertada, os dois se atracando igual dois animais no cio dentro daquele quarto cheio de cheiro de pinho e desejo sujo. Logo mudaram de posição, ela se ajoelhando naquele tapete fofo pra engolir aquele pau enorme do jeito que ele gostava, a garganta dela trabalhando bem devagar enquanto os dedos dele apertavam a bundona trêmula e cheia de suor, os gemidos dele cada vez mais roucos enquanto ela fazia ele gozar na boca com um esporro que encheu a garganta dela toda. Depois foi a vez da madrasta montar nele, os peitões balançando feito dois pês desembestado enquanto a bundona dela batia na virilha dele numa velocidade de fazer a cama chiar, a coroa rebolando igual uma vadia no cio naqueles dias antes da menstruação, e quando ele gozou gostoso dentro daquela bocetinha ardente, os dois caíram no chão ainda suados e ofegantes, ela com o pau dele ainda pingando leite quente escorrendo pelas pernas enquanto a bundona redonda tremia toda satisfeita.