A safada da Babini tava se remexendo toda na cama, com a xota molhada e a calcinha grudada, já imaginando como ia ser a punheta mútua com a Lanreta. Eram quase sete da noite, final de semana, aquele calor que grudava no corpo e fazia qualquer tecido grudar na pele, menos mal que a casa tava toda aberta pro vento da noite entrar. Ela se deitou de barriga pra cima, abriu bem as pernas e começou a se masturbar devagar, lambendo os lábios e gemendo baixinho enquanto pensava na boca da outra. Quando a Lanreta chegou, toda safada, vendo aquela bucetona já pingando, não perdeu tempo: ajoelhou no chão, segurou o pau da Babini todo duro com as duas mãos e começou a bater punheta com vontade, roçando os dedos na glande sensível e fazendo ela soltar um gemido alto de prazer. Babini empurrou os seios pra cima, apertou os mamilos duros e pediu pra ela ir mais rápido, que tava quase gozando no pau da outra. Lanreta então abaixou a cabeça e começou a lamber a xota toda, da entrada até o clitóris inchado, enquanto apertava o pau com mais força, usando até a outra mão pra estimular a bundinha da Babini. Os gemidos ficaram mais altos, os quadris começaram a levantar sozinhos, e quando Babini sentiu a primeira onda de gozo chegando, ela segurou a cabeça da outra e mandou que não parasse, que queria sentir todo o líquido escorrendo pela boca da Lanreta. Quando a porra jorrou pra fora do pau, Babini gritou o nome da outra, xingou, se contorceu toda e ainda teve que segurar a bexiga pra não fazer xixi na hora da ejaculação feminina, que escorreu toda pra fora da xota aos litros. Ficou toda molhada, tremendo, com a bundinha levantada e os peitos suados, enquanto a Lanreta ainda lambia o pau pra limpar os últimos resíduos de porra.