Minha bundinha redonda mal cabia nas meias brancas que eu coloquei só pra te provocar, Happyflapper, e já deu certo porque você não tira os olhos dela nem por um segundo enquanto eu mexo o rabo pra lá e pra cá na frente do espelho. Eu sei que você tá duro só de olhar, então eu dou uma reboladinha extra pra levantar a saia curta e mostrar que eu não tô usando calcinha mesmo, só a boceta pelada lambuzando a coxa toda. Você veio falar qualquer coisa? Nem adianta, porque eu já joguei o copo d’água no chão e fiz questão de me ajoelhar bem devagarzinho pra pegar os cacos, deixando sua visão bem na altura da minha xota aberta e mijada de tesão. Quando você colocou a mão no meu cabelo, eu abri mais as pernas e deixei você ver como o pau duro empurrava o tecido fino da calça naqueles pacotinhos de coxa que eu treino todo dia na academia. Daí você não aguentou mais e puxou meu braço pra me levantar, enfiando dois dedos na minha boceta pra sentir que eu tava escorrendo só de te olhar com essas meias brancas que te enlouquecem. Eu gemi na sua boca enquanto você me apertava contra a parede e raspava os dentes no meu pescoço, reclamando que tava com muita vontade de meter naquele cu apertado que eu tava oferecendo desde o começo. Você me jogou na cama de barriga pra cima, tirou a calça num segundo e veio com aquele pau grosso já todo babado da glande, batendo na minha xota molhada pra me fazer gemer alto e chamar você de corno safado. Quando você meteu de uma vez só, eu dei um grito e cravei as unhas na sua bunda, pedindo pra ir mais fundo enquanto minha boceta apertava seu pau com vontade de engoli-lo até o talo. Você não parou mais, socando com força enquanto eu levantava as pernas pra te mostrar meu rabo balançando a cada estocada, e quando gozei pela terceira vez, você ainda tava duro pra me encher de porra dentro da boceta, deixando minhas coxas escorrendo e minhas meias brancas todas manchadas de leite grosso.