Mal a porta fechou e Whitney, aquela coroa coroa toda molhada e peluda, já puxou meu pau por cima da calça enquanto me jogava no sofá com um sorrisinho safado de quem tava há dias esperando por isso. Ela gemeu no meu ouvido que a crítica freeuse que eu dei no vídeo dela deixou ela louca de vontade de ser usada como propriedade do meu pau grosso, e foi descendo a calcinha toda melada na minha cara sem fazer cerimônia nenhuma. Eu abri a boca pra falar que caralho, mas só saiu um gemido rouco quando ela enfiou dois dedos bem devagar na minha boca pra eu lamber enquanto sentia o cheiro forte da buceta dela escorrendo mel. Whitney jogou a cabeça pra trás e gemeu alto quando eu desci a boca pra chupar aquele clitóris inchado enquanto ela apertava minha cabeça com as duas mãos, a porra do pau dela já duro que nem pedra dentro da minha bermuda. Daí ela levantou, se ajoelhou no chão e começou a me chupar devagarinho, passando a língua toda no pau enquanto eu enfiava os dedos na buceta peluda dela, senti ela toda molhadinha e escorrendo safadeza. Quando ela levantou e mandou eu meter com força, eu não esperei não, empurrei ela na cama, levantei uma perna dela pro lado e meti de uma vez só na xota peluda até escutar o barulho molhado da carne batendo. Whitney gritava meu nome enquanto eu socava com tudo, cada estocada fazia a cama chiar e ela babar de prazer, pedindo mais pau grosso pra gozar dentro daquele rabo safado. Eu virei ela de quatro, puxei aqueles peitões pra trás e meti com tanta força que a bunda dela balançou, a buceta toda aberta e escorrendo, e quando gozei dentro dela, a porra transbordou toda pra fora enquanto Whitney revirava os olhos de tanto prazer e ainda pediu pra eu encher mais, fodendo até a última gota sair.