Meu pau deu uma inchada instantânea quando vi a Artemisia Love sozinha em casa, os peitões pulando debaixo daquela blusa apertada que mal disfarçava os mamilos duros arranhando o tecido fino, a camisetinha subindo toda vez que ela se inclinava pra pegar alguma coisa na geladeira, mostrando a barriga lisinha e uma calcinha de renda preta que tava só pra mostrar e não esconder nada. Não deu outra, fui logo me aproximando como um cachorro no cio, com a respiração pesada e a mão já na calça apertando o pau duro pra ninguém ver. Ela fingiu que não tava ligando, mas eu vi quando seus lábios se abriam devagarinho e o olhar ficou vidrado no meu volume enorme, e antes que eu pudesse falar qualquer coisa ela mesma levantou a blusa toda e deixou aqueles dois melões gigantes saltando pra fora, os mamilões escuros e duros já molhados de excitação, e começou a apertar eles na minha cara enquanto bufava no meu ouvido. Eu não aguentava mais, agarrei um por um e meti eles bem na minha boca, lambendo eles como se fosse a última vez da minha vida, ouvindo ela gemer alto e pedir pra não parar enquanto eu chupava aqueles peitões com vontade, a saliva escorrendo pelo vale entre eles. Sem perder tempo, eu joguei ela no sofá, rasguei a calcinha toda e enfiei três dedos naquele xota encharcada pra ver se ela tava mesmo tão molhada quanto parecia, e quando senti a baba escorrendo toda, abri as pernas dela e meti na buceta com tudo, a punheta toda batendo na bundona dela que balançava pra caralho com cada estocada. Ela gritava meu nome, pedindo pra eu ir mais fundo, e eu fui socando até ela gozar toda molhada na minha pica, os peitos balançando no ritmo da foda, os mamilos durinhos como pedra, até eu não aguentar mais e despejar toda a porra dentro dela, enchendo aquela xota safada enquanto ela agarrava meu pau pra não perder nem uma gota.