A buceta rosada da Prem já tava toda molhadinha antes mesmo dele chegar perto, com aqueles lábios brilhando de tesão e um cheirinho de xota safada que fazia qualquer pau querer meter logo. Puja, com aquele bundão grande e durinho balançando enquanto vinha da cozinha, nem tava se dando conta de como tava excitada só de pensar naqueles peitões naturais se esfregando na pele dela. O pau dele já tava duro feito pedra, daquele jeito que só uma vadia fogosa como a Prem fazia ele ficar assim, e na hora que ele pegou a lingerie rosa dela pra jogar longe, ela gemeu alto pedindo pra não parar. Começou com um beijo na boca que parecia que iam engolir um ao outro, língua pra dentro da boca, dentes roçando nos lábios, até a Prem morder o lábio inferior dele e puxar pra um gemido de porra. Os peitões naturais dela balançavam cada vez que ele apertava eles com mão cheia, os mamilos duros roçando no peito dele, e quando ele desceu a boca pra chupar um, ela jogou a cabeça pra trás gemendo que nem uma cachorra no cio. A xota dela tava tão encharcada que quando ele enfiou dois dedos pra abrir, saiu som molhado escorrendo pra mão dele, e a Prem só pediu pra ele meter logo aquele pau grande que tava batendo na perna dela. Ele ajoelhou entre as pernas dela, a buceta rosada bem aberta, e começou a lamber devagar, bem devagar, lambendo toda a fenda com a ponta da língua até ela agarra a cabeça dele e forçar pra mais perto. Quando ele meteu o pau todo de uma vez, a Prem gritou um porra alto e cravou as unhas na bunda dele, a racha da bundona dela se abrindo toda enquanto ele fodia ela de quatro com aqueles gemidos sujos saindo da boca dos dois, os peitões balançando pra tudo que é lado. Até a cama tava tremendo com o pau dele batendo na buceta dela, os sons molhados da xota enchendo o quarto, e quando ele gozou gostoso dentro dela, a Prem agarrou o pau dele e espremeu pra tirar cada gota de porra que tava dentro, lambendo os lábios satisfeita enquanto o pau dele ainda duro pingava resto de gozo no colo dela.