A coroa peluda Didi Zerati chegou em casa depois de um dia tenso de trabalho e não aguentava nem mais um segundo sem sentir a porra escorrendo pelo corpo — a calcinha já estava encharcada de tesão quando ela abriu a porta do quarto e viu o boy Emmanuel Torquemada deitado na cama só de cueca branca, mostrando aquele pau duro de espiar. Ela não perdeu tempo, jogou o casaco no chão e foi correndo na dele, arrancou a calcinha preta cheia de renda e sentou de uma vez naquela buceta peluda e grossa que escondia as dobras suculentas. O primeiro gemido saiu forte quando ela esfregou a xota toda molhada nos peitos dele, apertando os mamilos duros contra o pau quente do boy enquanto ele passava a mão nos seus cabelos grisalhos e soltava um palavrão. Didi não parou nem pra respirar, levantou os peitos enormes e pesados, jogando eles pra frente pra ele lamber os mamilos pretos e duros como pedra, gemendo que queria gozar nos peitos dessa vez, não na boceta nem na boca. Emmanuel não reclamou nem um pouco, segurou os peitões dela com força e meteu o pau bem no meio daquele par de mamas lisas e macias, socando pra lá e pra cá enquanto ela gritava que ia gozar em cima dos peitos brancos e peludos. No calor da transa, ela se jogou de costas na cama, levantou os joelhos e abriu as pernas pra ele ver a boceta toda molhada brilhar de tesão, implorando pra que metesse ali também depois de encher os peitos de porra. Ele não hesitou, meteu de uma vez bem no fundo da xota peluda, sentindo o calor úmido engolir o pau todo enquanto ela gritava que o pau grande tava fodendo ela como nunca, devagar e com vontade. Quando os dois gozaram juntos, a porra escorreu toda pra cima dos peitos macios de Didi, escorrendo pelas costelas e fazendo um rastro quente enquanto ela suspirava aliviada, ainda com o pau duro dentro dela, implorando pra que ele não parasse de meter nunca mais.