Era uma tarde chuvosa de quarta-feira quando Romana Ryder chegou no estúdio só com a lingerie preta transparente por baixo do casaco molhado jogado no sofá cinza, aqueles seios fartos quase escorrendo pra fora do sutiã de renda apertado. TJ Cummings, com aquele pauzudo enrolado na cueca apertada, ficou travado só de olhar a bunda durinha dela balançando enquanto ela se sentava devagar pra mostrar o quanto a bocetinha depilada já tava pingando de tão molhada. Ele nem perguntou nada, só rasgou o sutiã do peito dela de uma vez e meteu a cara toda entre aqueles peitos enormes, lambendo os mamilos duros enquanto ela gemia igual uma vadia no cio. Romana agarrou o pau dele por cima da calça e sentiu como tava quente, durão feito ferro, mandando ele sair logo com aquilo pra dentro dela. Sentada na beirada do sofá, ela abriu as pernas toda pra ele ver a boceta rosada e escorregadia, aqueles lábios brilhando com o mel que já vazava. TJ não pensou duas vezes, tirou a calça num pulo e enfiou aquele pau gigante de uma vez só, esticando ela toda quando a ponta bateu lá no fundo. Romana gritou igual doida, pedindo mais forte pra ele não poupar, e ele começou a socar com força, os peitos dela balançando toda vez que ele empurrava. Daí ele inverteu, deixou ela de quatro no sofá e meteu com tanta raiva que a mesa tremeu, os cabelos loiros dela voando pra todos lados enquanto ela berrava pra ele encher ela de porra. Quando ele sentiu que ia gozar, puxou o pau pra fora e jogou jatos grossos por cima dos peitos fartos dela, a porra escorrendo pra dentro do sutiã rasgado enquanto ela lambia os dedos toda suja, sem nem ligar pros resíduos escorrendo pela barriga lisinha. No fim, os dois caíram no sofá exaustos, os peitos sujos de porra, os gemidos ainda frescos no ar quente do estúdio.