O piscineiro Raul Kobra mal podia acreditar quando a patroa loira, toda gostosa e cheia de curvas, apareceu na beira da piscina só com um biquíni minúsculo e os peitões quase escapando. Ela jogou o cabelo para trás, passou a língua nos lábios carnudos e mandou ele se aproximar com um sorriso safado, enquanto mostrava a boceta peludinha e molhadinha por baixo do tecido molhado. Ele nem precisou de ordem, o pau já tava duro só de olhar aquele rabo redondo balançando na frente dele, os peitos balançando com cada passo que ela dava. Ela nem perdeu tempo, jogou o biquíni longe, abriu as pernas no ladrilho quente da área da piscina e mandou ele meter logo na xota sem frescura. Raul ajoelhou rapidinho, enfiou a cara na boceta peluda e começou a lamber devagar enquanto ela apertava a cabeça dele com as coxas grossas e gemia alto, chamando ele de 'filho da puta safado'. Quando ele meteu dois dedos dentro dela e sentiu como a bucetinha tava encharcada, ela não aguentou mais e virou de quatro, mostrando aquele rabo carnudo e empinado, implorando pra ele meter com toda força. Ele não decepcionou, pegou naquelas cadeiras largas e foi socando com vontade, cada estocada fazia a bunda dela tremer e a porra jorrar pra todo lado. Ela gritava 'mete esse pau grande na minha buceta', cada gemido mais alto que o outro, até que ele gozou tão forte que jogou porra pra todo lado da piscina enquanto ela apertava o pau dele com a boceta molhada e pedia mais um pouco.