Quando eu entrei na casa da minha madrasta KathyLee e vi ela vestindo só aquela saia minúscula e um par de saltos que deixava a buceta toda pelada por baixo, eu já soube que o pau ia durar dois segundos ali dentro. Ela tava deitada na cama com as pernas bem abertas, os dedos brincando com a calcinha rendada enquanto me chamava com a voz mais safada que jamais ouvi. Eu nem tive tempo de piscar antes de ela levantar e vir pra cima de mim, puxando meu pau pra fora das calças com um sorriso de vadia que só uma coroa coroa experiente tem. Minha irmãzinha Emma tava vendo tudo da porta e veio correndo, de calcinha molhada e boca aberta, com um olhar de quem não aguenta mais esperar. KathyLee mandou ela se ajoelhar no chão e começou a fazer um boquete louco no meu pau enquanto Emma lambia as bolas cheias, a porra já escorrendo no fundo da minha garganta. Depois ela se virou, ficou de quatro na cama com a bunda empinada pra mim e gritou pra meter com tudo, a buceta tão encharcada que dava pra ver os beiços se abrindo toda vez que eu passava os dedos entre as pernas dela. Eu entrei com força, socando até ela gritar meu nome e pedir mais, a cama batendo toda enquanto Emma subia por cima de nós dois e metia o pau na cara da madrasta pra ela chupar até eu gozar de novo. Na última estocada eu dei todo o leite dentro dela, a porra escorrendo pra fora enquanto KathyLee apertava a bucetona com força pra não perder nem uma gota. Emma não resistiu e meteu bem no fundo da irmã, fazendo a pequena gozar com a xota toda molhada, gemendo como uma vadia que não aguenta mais.