Quando eu cheguei em casa mais cedo que o esperado, encontrei a madrasta Teal Conrad toda seminua no sofá, com aquele robe fino só amarrado na cintura mal fechado, mostrando os peitões fartos escapando pra fora e os mamilões duros de tanto tesão reprimido. Assim que ela me viu parado na porta, nem tentou se esconder — pelo contrário, abriu um sorrisão safado e pôs a mão no meu pau duro na hora, massageando ele por cima da calça enquanto eu não acreditava nos meus olhos. Antes que eu pudesse reagir, ela já tava de joelhos no chão, abriu meu zíper com vontade e puxou meu pau grosso pra fora, já escorrendo um pouco de gozo na ponta. Minha boca quase voou quando ela meteu ele todo na garganta, engasgando um pouco mas não parou, só olhou pra mim com aqueles olhos de vadia faminta e começou a fazer um boquete de matar, lambendo a bolota sensível enquanto uma mão apertava minhas bolas. Quando eu tava quase gozando, ela parou, levantou com aquele rabo gigante balançando pra todos os lados e jogou a madrasta cega na cama, de quatro, com a xota toda lambuzada pra mim ver de pertinho. Agarrei naquelas peras gigantes e meti sem dó, ouvindo o barulho do pau entrando e saindo do bucetão dela molhado enquanto ela gritava ‘puta MERDA, METE MAIS FUNDO, FILHO DA puta’. A cada estocada, o pau batia naquelazona dela, os peitões balançando pra lá e pra cá, e eu foi só socando cada vez mais louco até ela disparar o orgasmo gemendo ‘TA VINDO TUDO, VAI TOMAR TODA A PORRA’. Aí eu não aguentava mais, tirei o pau de dentro e ela virou pra mim de boca aberta, recebendo todo o meu leite quente escorrendo pela cara e pela boca, engolindo cada gota enquanto eu caía pra trás exausto.