No natal essa bucetão bem aberta na minha cara era a última coisa que eu imaginava encontrar quando a Nana Diaba entrou na sala vestindo só aquela saia curta do moletom fino que mal escondia a bunda grande e dura que ela tem, os peitões balançando soltos por debaixo da camisinha fina que grudava nos mamilos duros pra caralho. Eu tava comendo minhas bolachas de natal sozinho no sofá quando ela veio, sentou no meu colo de ré e enfiou a buceta em cima do meu rosto sem nem pedir licença, a xota quente já escorrendo mel por toda minha boca antes mesmo de eu conseguir respirar. A safada gemeu alto quando eu agarrei a bunda gostosa dela com as duas mãos e afundei a língua lisa dentro daquele buraco molhado, sentindo o gosto forte daquilo vadiar escorrer pela goela enquanto ela rebolava em cima do meu nariz. Não demorou pra ela puxar meu pau duro pra fora da calça e masturbar com força, a veinha grossa batendo na minha barriga enquanto eu lambia o clitóris dela até fazer os joelhos tremerem. Nana jogou a cabeça pra trás, mordeu o lábio e enfiou meu pau na boca molhada sem aviso, engolindo tudo de uma vez enquanto fazia sons de esganada que só aumentava meu tesão. Daí ela se levantou, puxou minha calça pra baixo e montou em cima de mim na posição de por cima, afundando com tudo aquele cu apertado que parecia sugar meu pau pra dentro dela. Ouvia os sons molhados dos nossos corpos batendo toda vez que ela descia e subia, a bunda balançando pra todos os lados enquanto eu socava com vontade até os testículos baterem na bunda dela. Quando ela gozou pela primeira vez, a buceta dela apertou meu pau como uma tenaz e eu não aguentei, joguei todo meu leite grosso dentro daquele cu safado enquanto ela gritava de prazer com a porra escorrendo pra fora e molhando nossos corpos.