Assim que abri a porta e vi a Mari Bhabi sentada naquela poltrona da sala com aquele shortinho apertado mal escondendo a bocetinha peludinha, o pau já começou a latejar dentro da calça. Ela nem esperou eu fechar a porta direito e já tapou minha boca com a mão, puxando meu rosto pra beijar com aquela língua quente e molhada, gemendo na minha boca igual uma vadia no cio enquanto eu apertava firme aquele rabo de coroa madura por cima da calça fina. Em dois segundos ela já tava com a mão no meu zíper, puxando meu pau duro pra fora e cuspindo na mão pra lubrificar, olhando nos meus olhos com aquele sorrisinho safado enquanto passava a cabeça do pau naqueles lábios grossos da boceta peluda dela, que já tava escorrendo mel por toda coxa. Deitei ela na mesa da sala sem cerimônia, levantei a saia curta e enfiei o pau todinho naquela bocetona molhada e peluda sem nem pestanejar, sentindo cada pelo raspando na minha pele enquanto ela gritava meu nome e me puxava pela gravata. A coroa coroa não aguentou nem dois minutos e já tava rebolando igual uma índia no pau, apertando o pau com a boceta peluda enquanto eu dourava os mamilos grossos daquelas peitos naturais dela com a boca, gemendo que nem uma louca quando eu mordo o pescoço e meto com mais força. Ela pediu pra eu sentar na poltrona e montou em mim igual uma rainha safada, escorregando a bocetona peluda por toda extensão do meu pau enquanto mandava eu apertar aquele rabo de coroa gostosa, gemendo igual uma puta quando eu puxo o shortinho pra mostrar o cuzinho bronzeado por onde eu posso enfiar quando ela cansar da festinha. Durante meia hora não paramos um segundo, ela só saía de cima de mim pra lamber meu pau e mijar na minha cara com a bocetona encharcada, até que a safada pediu pra eu jogar ela na cama e meter igual um animal, coisa que eu fiz sem discutir, enfiando o pau com vontade naquele cuzinho apertado enquanto ela gritava que tava gozando e mijava de novo, os dois orgasmos escorrendo pela minha coxa.