A safadinha da Mari Bhabi não dava trégua pro seu titio grande Bull naquela tarde na casa dela, o clima já tava quente desde quando ele chegou com a calça arregaçada só pra mostrar a pica dura que ele tava com vontade de meter no cu da cunhada desinibida. Mal a porta do quarto fechou e ela já tava com a saia arregaçada, mostrando a calcinha molhadinha só de pensar em sentir aquele pau grosso tecnicamente roubado do marido dela. O safado do Bull agarrou ela pela cintura, jogou na cama e começou a lamber a boceta dela por cima da calcinha, sentindo o cheiro de xota molhada e gozando de ver ela se remexendo toda pra ele. Mari não aguentou, puxou a calcinha pra lado e mandou ele meter logo antes que ela enfiasse o pau enorme na boca dela, já babando de vontade. Ele meteu de uma vez, bem devagar no começo, mas quando ela começou a gemer alto e chamar ele de tudo quanto é safado, o titio partiu pra cima com força, batendo o pau bem fundo na bocetinha apertada dela enquanto ela gritava pra não parar com a voz tremendo. Mari, ainda com a coroa da empregada na cabeça, montou nele e começou a cavalgar igual uma vadia no cio, com os peitões balançando sem controle enquanto o pau dele fazia um barulho de estalo toda vez que entrava de vez. O safado do Bull segurou ela pelos cabelos, virou de costas e meteu no cu da cunhada com tanta vontade que a pobrezinha não conseguia nem gritar direito, só gemia com a cara afundada no travesseiro. Quando ele viu que ela tava prestes a gozar, puxou o pau todo ensanguentado da boceta escorrendo e meteu na boca dela pra ela engolir tudo, mas Mari não deixou — empurrou ele pra cama, ajoelhou e começou a fazer um boquete do caralho na pica enorme do titio, lambendo a glande toda molhada de porra e gemendo enquanto gozava na mão dele. No fim, os dois caíram exaustos na cama, a boceta da Mari ainda escorrendo porra e o pau do Bull todo vermelho de tanto bater, mas nenhum dos dois tava satisfeito — afinal, essa não ia ser a última vez que o safado ia meter no cu da cunhada desinibida.