A artista Whitney OC tava com aquele bloqueio criativo há dias, trancada no estúdio com os pincéis pela metade e a tela em branco, até que Rion King apareceu com a solução que ela não sabia que precisava. Com os cabelos ruins do dia, Whitney tava de shortinho rasgado e uma camisinha suja de tinta grudada no peito, os mamilos pequenos e duros mal cobertos pela blusa fina, enquanto ela mastigava a ponta de um pincel sujo de tinta preta. Rion, todo safado com aquele sorrisão, jogou o álbum de desenhos dela no chão e disse que era hora de pintar com o pau ao invés de com as tintas. Ela revirou os olhos mas não resistiu quando ele agarrou firme no short dela e puxou tudo pra baixo, mostrando a bucetinha depilada e molhadinha só de ver ele daquele jeito. Whitney abriu as pernas na beira da mesa de trabalho, as coxas magras tremendo enquanto Rion ajoelhava no chão e enfiava a cara bem na xota dela, lambendo a boceta com vontade pra ver a artista gemer alto e jogar os pincéis longe. Ela agarrou na nuca dele e empurrou a cara mais pra dentro, sentindo a língua grossa dele fazer círculos lentos no clitóris até ela chiar que nem uma chaleira velha. Rion não parou não, levantou ela no colo e jogou na parede, pressionando o pau duro na entrada da buceta dela e metendo de uma vez só, enchendo o estúdio com o barulho da carne batendo na carne e os gemidos agudos de Whitney pedindo pra ir mais fundo. Ele socava forte, os peitinhos dela balançando a toda, até que ela agarrou o pau dele e enfiou na boca, engolindo até o talo enquanto sentia o gosto da própria buceta escorrendo pelos lábios. Quando ele gozou dentro dela com um gemido grosso, Whitney caiu de joelhos no chão sujo de tinta, toda satisfeita, sabendo que aquele era o melhor ‘pincel’ que ela já usou na vida.