A vovó Carmen chegou na casa do pelo neto com aquela bundona empinada e a saia curta demais, mostrando as pernas grossas e cheias de varizes que eu nunca tinha reparado direito. Quando ela entrou no quarto eu tava arrumando a cama, nem deu tempo de disfarçar quando ela jogou o robe no chão e ficou só de calcinha rendada e sutiã preto por cima daquelas peitos de vovó que mais parecem duas melancias maduras. Eu nem sabia o que fazer quando ela pegou na minha mão e passou naquelas coxas todas cheinhas de carne, puxando meu pau duro pra fora na mesma hora, já todo babado na ponta. A coroa safada abriu as pernas na cama e mandou eu lamber aquela buceta toda molhada, cheia de cheiro de mulher experiente e cheirosa de xampu barato. Eu desci rápido, enfiei a língua lá no fundo e ela começou a gemer igual vaca no cio, mexendo o rabo peludo pra cima e pra baixo enquanto eu chupava aquele clitóris duro igual jujuba. Quando ela gozou na minha cara pela primeira vez, jogando porra de gozo pra todo lado, eu não aguentei e meti um dedo dentro dela pra ver como tava apertadinha. A vovó Carmen virou de quatro igual cachorra no cio, com aquele rabo de vovó pra cima, e berrou pra eu meter o pau todo pra dentro sem dó. Eu enfiei até o talo e ela começou a gritar igual doida, pedindo mais forte enquanto eu socava aquelas bunda fofa cheia de celulite. Gozei duas vezes dentro dela sem camisinha, jogando tanta porra que escorria pela coxona toda e sujava o lençol. Depois que eu desabei em cima dela, a velha safada ainda me chamou pra tomar café com leite, só que eu tava tão exausto que só consegui gemer e beijar aqueles peitos de vovó enquanto ela dava risada.