Coroas Peladas

Três dedos entram na bunduda e ela nem sente tanta é aberta

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A bunduda da AngLove tava toda arrumadinha no quarto, com a calcinha já molhada só de pensar no que ia rolar. Eu entrei de fininho, dei uma olhada na bunda carnuda dela pra cima e não resisti: peguei aquele bundão pra mim e comecei a apalpar bem devagar, sentindo cada curva, cada ondulação da pele quente. Dei um tapa forte na bunda dela que fez a carne tremer e a safada deu um gemido grosso antes de cair de boca na cama. Puxei a calcinha pra baixo num puxão só e mostrei aquele cuzinho bem depiladinho, com o buraquinho já tremendo só de antecipação. Cuspi na mão, esfreguei bem no pau pra deixar tudo escorregadio, e fui logo enfiando três dedos bem devagar pra abrir ela na marra. Ela gemeu alto, falou pra mim que tava doendo mas não queria parar, então meti os dedos mais fundo ainda, mexendo pra alargar aquele canal até ela ficar toda molhada da porra de tesão. Quando tirei os dedos, ela tava com o cu escancarado, querendo mais, então eu não resisti: encostei a cabeça do pau bem na entrada e fui empurrando aos poucos. Ela gritou quando senti a resistência, mas logo o pau tava todo dentro, esticando ela de um jeito que fazia a carne do cu dela vibrar toda vez que eu batia. Comecei a socar com força, ouvindo o barulho molhado do pau entrando e saindo, enquanto a AngLove gritava cada vez mais alto, pedindo pra eu não parar. Variava o ritmo pra ela não se acostumar, ia devagar pra ela sentir cada centímetro, depois dava uma batida seca que fazia a bunda dela tremer toda. Quando os dois gozamos juntos, senti a porra jorrando dentro dela enquanto o cu dela pulsava pra sugar tudo, e ela ainda ficou gemendo, com o pau ainda dentro, pedindo mais. A bunduda tava toda vermelha, cheia de marcas dos meus dedos e da porra que escorria, mas ela só sorria e falava que queria mais.

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