A terapeuta coroa safada Casey Calvert recebia o cliente Charles Dera no seu consultório particular, um lugar cheio de espelhos e sofás de couro preto que davam um clima bem sensual desde a entrada. Ele chegou todo enrolado, com cara de quem não aguentava mais as brigas com a mulher e precisava de um alívio rápido — ou pelo menos foi isso que ela adivinhou no tom de voz dele quando agendou a sessão. Assim que ele se sentou, ela cruzou as pernas bem devagar, deixando a saia curta subir um pouco mais a cada movimento, até ele perceber que não ia escapar de ver aquelas coxas grossas e bem cuidadas. Charles nem precisou explicar muito, porque ela já tinha deduzido o que ele queria: um pau para aliviar aquele aperto todo, e ela tava disposta a dar o remédio certo. Casey tirou os óculos devagar, jogou-os na mesa e mandou ele se levantar, porque ia começar logo o procedimento. Ele não resistiu quando ela pegou na gravata dele, puxou para perto e abriu o cinto do cara com os dentes, sentindo aquele cheiro de homem excitado que só deixava ela mais molhada ainda. O pau dele pulou pra fora duro feito pedra, e ela não perdeu tempo: ajoelhou no chão frio do consultório, pegou aquele troço grosso com as duas mãos e enfiou na boca sem dó, feito uma vadia que não ia deixar nem um centímetro pra fora. Charles agarrou o cabelo dela e começou a empurrar a cabeça pra frente e pra trás, gemendo cada vez que a garganta dela engasgava no pau dele, mas ela não parou, só abriu mais a boca e deixou ele meter até o talo, sentindo aquele gosto de porra que já vinha subindo. Quando ele tava quase gozando, ela parou de repente, levantou e tirou a calcinha toda encharcada em dois segundos, mostrando a bucetinha peludinha e bem aberta pra ele ver. Deixou ele meter de quatro em cima da mesa de consultório, socando com força enquanto Casey reclamava que tava com a buceta tão apertada que parecia um buraco novo, e ele respondia com gemidos roucos, chamando ela de coroa coroa safada enquanto enchia ela de porra até sobrar escorrendo pelas pernas.