Essa minha sacanagem com os seios enormes da madrasta Amber Alena começou quando eu entrei no banheiro e ela saiu do chuveiro ainda pingando, o roupão molhado grudado naquele par de peitões que não cabem em nenhuma blusa. Ela nem se importou em cobrir, só sorriu maliciosa e ordenou que eu fechasse a porta, então deixou o pano cair no chão mostrando tudo, as bolas dos mamilos durinhos balançando enquanto ela passava a mão neles me provocava. Eu não resisti, agarrei um punhado daquele silicone natural e comecei a sugar forte, sentindo a textura macia mas firme enquanto a porra do leite escorria entre os dedos e ela ria da minha cara de safado. Amber me empurrou na cama, subiu em mim de quatro mandando eu meter, os peitos gigantes balançando pra todo lado quando ela jogou a bunda pra trás e pediu pra eu encher aquela bucetona molhada sem dó. Eu não segurei não, agarrei naquele rabo duro e meti fundo sem dó, escutando o barulho da xota encharcada e os gemidos dela pedindo mais, cada vez que eu socava os peitões dela balançavam e batiam no meu rosto. Quando eu virei ela de lado e meti de conchinha, os seios caíram pra frente e eu não resisti, comecei a chupar os mamilos enquanto enfiava o pau naquela boceta apertada e sentia ela gozar toda molhada na minha pica. Acabou que eu dei três vezes dentro dela, a porra escorrendo pela coxa grossa enquanto Amber gritava meu nome e esfregava os peitos no meu pau sujo, pedindo pra eu não parar nunca daquele jeito safado.