O padrasto malhão, com aqueles músculos definidos que só de ver já davam água na boca da madrasta, entrou na sala principal da casa logo depois do jantar de natal — a mesa ainda cheia de pratos sujos, os últimos doces espalhados pelo chão. Lina Henao, com aquele corpão de coroa madura que mais parecia uma deusa grega com curvas de dar inveja, nem tentou disfarçar quando os olhos dela grudaram naquele pau duro que mal cabia na cueca apertada do Angel Cruz. O marido dela, um bundão magrelo que só sabia reclamar, já tinha dormido no sofá depois de mais uma discussãozinha besta no quarto, então não teve quem visse quando o padrasto segurou firme naqueles peitões enormes da Lina, apertando forte pra sentir cada gemidinho safado que escapava da boca carnuda dela. Ele jogou ela por cima do balcão da cozinha, com a bundona bonita tremendo só de pensar no que ia rolar, e meteu o pau grosso direto naquela bocetinha molhada que já pingava toda a porra de tesão acumulado. A Lina gemeu alto igual uma vadia no cio, chamando ele de gostoso e pedindo pra meter mais fundo, enquanto o Angel Cruz agarrava firme naquelas coxas roliças e esburacava de vez aquela xota apertada. Quando ele a virou de quatro no tapete da sala, com a luz da árvore de natal piscando ao fundo, a coroa madura já não aguentava mais e pediu pra ele encher a buceta toda de porra quente. O Angel, com aqueles abdominais que pareciam esculpidos à mão, estufou o peito e meteu até o talo, jogando tudo dentro dela sem camisinha, enquanto a Lina babava de gozo escorrendo pela coxa e ainda reclamava por mais. O marido corno, lá do sofá, nem ouviu nada porque dormia feito pedra — mas a porra escorrendo pela perna da Lina e as marcas de chuteira no tapete contavam tudo pra quem quisesse ver.