Reveillon 2024 foi só o começo, porque no meu apartamento em Roma eu e a Artemisia Love fizemos a festança durar até o amanhecer, só que agora sem lingerie e com a bundinha cada vez mais aberta pra pau e dedo. Tinha chegado de biquíni molhado do churrasco da vizinha, a saia curta mostrando as pernas em frangalhos, e ela já chegou me zoando que minha bocetinha tava molhada só de olhar o cuzão de fora. Não deu cinco minutos, eu já tava de quatro na cama com a cara enterrada no travesseiro, gemendo alto enquanto ela passava o dedo cheio de lubrificante em volta do meu cu bem apertado. O pau de plástico europeu entrou devagar, mas com tudo de uma vez, e eu soltei um gemidão de "caralho" que deve ter acordado o vizinho italiano. Ela puxou meu cabelo firme, mandou eu relaxar e ir pro pau grosso, que eu tava precisando de anal há séculos. O segundo consolo foi ainda melhor, esticando meu cuzinho com calma enquanto eu babava no travesseiro e gritava pra ela meter mais, que eu aguentava bem. Artemisia não poupou não, foi metendo e retirando com força, cada vez que eu ia reclamar ela jogava mais óleo na minha bundinha e me fazia gemer de novo. Quando ela sentiu que eu tava relaxada o suficiente, jogou o pau de verdade dentro de mim sem avisar, e eu quase engoli o pau de tanto prazer misturado com dor que senti. O pau era enorme, mas eu tava tão louca que aceitei tudo, sentindo cada veia rolar dentro do meu cu. Gozei duas vezes antes dela gozar dentro de mim, a porra escorrendo pra fora do meu buraco que já tava todo escancarado pra próxima. Fiquei assim, toda fodida e satisfeita, olhando pra ela enquanto lambia os dedos sujos de anal e sorria pra mim como uma vadia safada que sabia que eu ia pedir mais.