A namorada relaxava na serra quando o clima ficou bem mais quente do que o clima da montanha, afinal, o marido tinha chegado com um jeito safado e um sorriso de quem já sabia o que ia rolar. Ela vestia aquela camisinha fina que mal cobria suas peitos duras, a calcinha já grudada na boceta que implorava por atenção, enquanto os olhos dele passeavam pelo corpo dela como se fosse a primeira vez. Bruno chegou com o pau duro de tanto imaginar como ia comer aquela latina linda, pegou na mão dela e levou direto para o boquete que ela fazia questão de mostrar que era especialista. A vadia ajoelhou na grama e engoliu ele de uma vez, chupando até o talo com vontade, os lábios molhados escorrendo baba enquanto a língua enrolava no pau grosso como se fosse sorvete. Ele puxou o cabelo dela e mandou ela se levantar, rasgou a calcinha com um puxão e enfiou dois dedos na buceta molhadinha, sentindo como ela tremia toda enquanto a safada gemia que nem uma putinha no cio. Pôs ela de quatro na grama fofa, espalhou as perninhas e meteu na xota dela de uma vez, socando até o pau sumir dentro, a bocetinha apertadinha que só fazia ele querer gozar rápido mas ela pediu pra continuar. Quando ele puxou pro anal, ela nem pensou duas vezes, virou de costa e abriu as perninhas pra ele meter no rabo sem piedade, a putinha querendo ser preenchida por completo. O pau dele ia e vinha no cu apertado enquanto ela gritava que aguentava tudo, os gemidos abafados no chão, e quando ele gozou dentro do rabo dela a porra escorreu toda pelas coxas lisas. Depois, caíram na grama exaustos, a namorada toda fodida mas feliz por ter virado o prêmio daquele dia quente na serra.