O cuzinho peludo da morena Vivi Guedez foi o maldito motivo que me fez entrar naquela sala ontem, a promessa que ela fez na noite anterior ecoando na minha cabeça enquanto eu via ela se rebolar toda safada na frente do espelho. Ela já tava de calcinha rendada e sutiã transparente quando eu abri a porta, o cheiro de boceta molhada e perfume barato me atingindo como um soco no pau. Antes que eu pudesse piscar, ela mandou eu sentar no sofá e desceu a calcinha devagar, mostrando aquela buceta peludinha que eu tanto queria comer, os lábios inchados brilhando de tesão. Não deu nem tempo de pensar, ela subiu em cima de mim de costas, esfregando o cuzinho no meu pau duro que já vazava porra e escorria pela calça. Com um gemido rouco, ela agarrou meu pau e apontou direto pro rachão dela, enfiando devagar pra eu sentir cada pelo raspando na pele enquanto ela descia devagar, gemendo alto quando o pau grosso rasgou a entrada apertada. Vivi jogou a cabeça pra trás, gemeu que nem uma vadia no cio e começou a rebolar igual doida, o cuzinho abrindo e fechando enquanto eu socava fundo, ouvindo os sons molhados da carne batendo e ela gemendo que nem uma louca pedindo mais. Ela pediu pra eu meter com tudo, então eu agarrei na cintura dela e enfiei até o talo, sentindo o pau afundar naqueles buracos quentes enquanto ela gritava pra eu não parar, a porra escorrendo pelo pau a cada estocada. Quando ela começou a gaguejar e os gemidos ficaram mais altos, entendi que tava perto, então a virei de bruços e meti de quatro, o cuzinho peludo balançando a cada pau que dava, a bunda dela tremendo enquanto eu gozava dentro com tudo, enchendo aquele rachão safado até transbordar. Ela não tirou eu não, ficou gemendo com o pau ainda duro dentro, o cuzinho todo babado de porra enquanto eu chupava o pescoço dela e puxava o cabelo pra trás, a morena gemendo que nem uma puta no final.