Os peitos enormes da madrasta gostosa balançavam toda vez que ela se abaixava para pegar algo na cozinha, o tecido da blusa fina mal aguentando o volume daqueles dois melões naturais que só aumentavam meu tesão cada vez que ela passava a mão pelo cabelo e jogava a cabeça pra trás pra pegar a fumaça que saindo da boca da Professora, o cheiro de cigarro misturado com perfume barato entranhando no meu nariz. Ela tava com aquele shortinho apertado que só mostrava a bunda elástica pulando toda vez que ela se curvava pra ligar o forno, as coxas grossas roçando uma na outra enquanto ela remexia na panela. Quando nosso olho se cruzaram pela terceira vez, ela jogou o cigarro no chão e pisou com a ponta do pé por cima, esmagando-o com um sorriso safado que só aumentou quando eu perguntei se ela tava com vontade de apimentar a refeição. Chamei ela pra perto, peguei nos peitos grandes e macios por cima do tecido fino da blusa, senti os mamilos duros cutucando a palma da minha mão enquanto ela jogava a cabeça pra trás e soltava um gemido de buceta molhada. Desci os dedos pela barriga lisinha até enfiar na calcinha por cima da xota peluda, senti o cheiro de leite materno e suor misturado quando ela abriu as pernas e enfiou meu dedo bem no fundo pra ver o quanto tava pingando. Tirei a calcinha toda molhada com um puxão e joguei longe, o som do tecido batendo no chão ecoou na cozinha vazia enquanto eu peguei ela pelo cabelo e levei até a mesa, ajeitando as pernas dela pra cima do meu pau duro que já tava escorrendo porra antes mesmo de sair da calça. Ela ficou de quatro em cima da mesa, a bunda elástica tremendo toda vez que eu dava um tapa forte pra espalhar as duas bochechas carnudas, e quando enfiei de uma vez, o pau afundou até o talo na xota quente dela que gritou um 'caralho' alto enquanto agarrava na beirada da mesa com as unhas pintadas de vermelho. Comecei a socar com tanta força que os peitos balançavam em câmera lenta, cada estocada fazia a buceta dela murchar pra depois encher toda de novo, e quando eu puxei pra enfiar de novo, a Professora só respondia com gemidos roucos e pedindo pra eu encher o cu dela também. Depois de umas vinte porrada, eu tirei o pau todo molhado de porra e xota, dei dois tapas na bunda avermelhada e a mandei ajoelhar no chão pra chupar até limpar toda a porra que ainda vazava do pau, enquanto ela passava a língua grossa em volta da cabeça latejando e olhava pra mim com aqueles olhos de vaca no cio, pronta pra mais carne na rocha.