Quando o ar-condicionado quebrou no meio da madrugada, a madrasta loira de curvas generosas não pensou duas vezes e foi dormir no quarto do enteado novinho pra esquentar os dois. Ele tava de calcinha boxer folgada, meio dormindo, quando sentiu o cheiro do perfume dela — aquele cheiro de coroa coroa que usa quando quer coisa. Ela entrou de camisola fina, transparente pra caralho, e a bunda grande balançando ali bem na cara dele, então não teve como fingir que não tava dura. A vadia olhou pra baixo, viu o pau duro brotando da cueca e sorriu safada, passando a mão por cima enquanto ele ainda bocejava. Ela puxou a camisola pra cima e mostrou aquela buceta depilada, molhadinha só de pensar no que ia fazer com ele, e foi logo se esfregando no colo dele na posição de colher. A mão dela tava quente pra caralho enquanto ela massageava a rola com a calcinha, tirando ele do sério aos poucos até ele não aguentar mais. Quando ela abaixou a calcinha e mostrou o cuzinho empinado, ele não pensou duas vezes e meteu logo de primeira, sentindo a xota quente e apertada envolvendo o pau bem devagar, gemendo junto com os gemidos dela que tava louca pra ser fodida daquele jeito. Os peitos grandes dela balançando na cara dele enquanto ela implorava pra ele meter mais fundo, e a cada estocada a buceta fazia um som molhado, escorrendo de tanta porra que ele tava derramando lá dentro. Ele agarrou a bunda dela com força, empurrando ela pra parede, e ela começou a gritar cada vez que o pau grosso batia no útero, chamando ele de corno safado e mandando meter até gozar. Quando o pau bateu no talo pela última vez e ele jogou o leite quente bem dentro dela, a loira safada gemeu alto com a gozada interna, os dedos dela enfiados no cabelo dele enquanto a porra escorria pela coxa dela toda, sujando a cama com a buceta cheia de esperma.