Lilly Veroni já chegou no AGO024 com tudo em cima, a saia curta mal cobrindo aquela bunda enorme que faz qualquer homem perder o controle na hora. Eu nem acreditei quando ela abriu as pernas e mostrou a buceta toda molhada, brilhando pra mim naquele salto alto que fazia seu quadril balançar igual uma vadia no cio. Sem perder tempo, ela agarrou meu pau por cima da calça e já começou a apertar com força enquanto me puxava pra perto, os seios fartos quase caindo pra fora da blusa apertada que mal aguentava aqueles mamilos duros de pau. O cheiro dela invadiu meu nariz, uma mistura de perfume barato e tesão puro, e eu não resisti: joguei ela na cama de uma vez, arranquei a calcinha com os dentes e enfiei meu pau direto naquela xota quente que já pingava até no meu pau antes de eu entrar. Ela gemeu alto, tipo vadia mesmo, pedindo mais com a voz rouca enquanto eu metia com força, socando aquele cu enorme contra ela toda vez que eu ia fundo. Lilly segurou meu cabelo e mordeu meu ombro pra não gritar, mas os gemidos escapavam mesmo assim, e eu adorei o barulho molhado daquelas paredes apertando meu pau a cada estocada. Quando ela pediu pra eu virar de quatro pra ela comer meu cu, eu não tive escolha — ela passou a língua toda molhada no meu rabo, lambendo até meu pau ficar duro de novo, e depois enfiou dois dedos dentro do cu enquanto eu apanhava pra ela. O pau grosso entrou fácil, ela gemeu puta que pariu, e eu gozei na boca dela sem dó, enchendo aquela boca safada com leite quente até escorrer pra fora. Depois ainda meteu na xota até o pau amolecer, só pra garantir que ia sair toda aquela porra acumulada lá dentro.