Logo que ela chegou na minha casa, ainda de calcinha e sutiã de renda preta, eu já sabia que aquele dia ia ser foda — Caro veio com uma safadeza no olhar que deixou meu pau duro na hora, e quando Gabriel entrou atrás dela com aquele sorrisão de cuckold, a porra do tesão só aumentou. A gente foi tomar uma cerveja pra relaxar, mas mal demos dois goles e já estávamos tirando a roupa, os dois se grudando como vadias no cio, ela lambendo o pescoço dele enquanto eu passava a mão naquela bundona empinada dela, sentindo a pele quente e macia. Caro se ajoelhou na minha frente e começou a chupar meu pau devagar, olhando pra mim com aqueles olhinhos safados enquanto Gabriel ficava de pau duro assistindo, se masturbando pra gente. Quando ela engoliu até a base e sentiu meu pau bater na garganta, soltou um gemido de buceta molhada e pediu pra meter forte, com a voz tremendo de tesão. Eu a deitei na mesa da sala, levantei aquela perna grossa dela e enfiei meu pau na xota melada, sentindo cada centímetro afundar naquela carne quente e apertada, enquanto Gabriel se aproximava pra ver o pau indo e vindo bem na cara dele. A gente começou a fazer um troca-troca de verdade, ele metendo nela por trás enquanto eu chupava aqueles peitinhos naturais e apertadinhos, os gemidos dela ficando cada vez mais altos, cheios de palavrão. Quando eu mudei pra posição de cachorrinho, Caro apoiou as mãos no chão e abriu bem as pernas, mostrando aquela bucetinha peludinha e molhada pro Gabriel meter fundão, enquanto eu batia com força naquela bundona branca, sentindo o barulho da carne batendo. No final, a gente gozou todos juntos, eu dentro da buceta dela enquanto Gabriel mijava por cima daqueles peitinhos, os três gemendo alto e suando feito uns porcos, a porra escorrendo por entre as coxas dela. A câmera tremeu pra caralho quando a gente caiu no sofá, os três sem fôlego, com a pele grudenta e os corpos cansados do tesão, mas com os sorrisos de quem não quer que aquilo acabe nunca mais.