Finalmente eu e o Jorge tivemos a chance de ficar sozinhos no meu caminhão parado na estrada, aquele pau duro dele já roçando na minha bunda desde que a gente saiu da pousada. Eu tava de calcinha curta e top apertado, os peitos quase saindo pra fora, rebolando pra chamar a atenção dele enquanto ele limpava o suor do rosto. Assim que ele subiu na carretinha, não aguentei e joguei as pernas pra cima no banco, mostrando a bucetinha depilada toda molhadinha só olhando praquele pau monstruoso quase rasgando a calça jeans. Ele não perdeu tempo, pegou na minha cintura e enfiou de uma vez, a cabecinha já escorrendo leite antes mesmo de entrar, eu gritei pra não estragar o clima do vídeo mas o som do meu gemido foi mais alto que qualquer barulho. O Jorge não tava pra brincadeira, metia daquele jeito pesado que só um homem grande como ele sabe fazer, os colhões batendo na minha bunda com força e eu mal conseguia respirar de tanto prazer. Eu virei pra ele de quatro no banco estreito, a bunda grandona balançando toda suada enquanto ele metia forte, a cada estocada os peitos balançavam na minha cara e eu não tinha controle dos meus gemidos. Quando ele puxou o pau pra lamber a minha xota toda molhada, senti aquele cheiro forte de vontade misturado com o cheiro do motor quente, e ele não resistiu, enfiou de novo na minha buceta antes de passar pra esse cu que tava pedindo socorro. Ele cuspiu na mão, espalhou bem pra alargar, e na primeira investida minha visão embaçou de tanto prazer, a dor inicial foi tomando conta do meu corpo mas logo veio aquele tesão louco de sentir um pau grosso rasgando o meu cu pela primeira vez. A gente foi até o final mesmo, eu deitada no banco com as pernas pra cima e ele socando sem dó, a porra escorrendo pelo meu cu e manchar toda a calcinha que ele não tirou direito, e eu só conseguia pensar que aquele dia ia ficar marcado pra sempre como um dos melhores da minha vida.