Na segunda-feira de manhã, depois de uma semana de trabalho pesado, a Fanny Prado, a coroa coroa mais safada do escritório, ainda não tinha transado na semana — e aquilo estava apertando. Enquanto o patrão dele, o Hisak Hard, um homem de pau grande e bem marcado na tatuagem, passava na frente da sala dela, a Fanny não resistiu e chamou ele pra dentro, trancou a porta e começou a se rebolar toda pra mostrar aquele rabo feito pra apanhar. O cara já veio de pau duro só de olhar pra buceta inchada da Fanny, que tava com a saia curta e a calcinha já molhada de tanto tesão. Ela agarrou ele pela gravata, puxou pra perto e já foi descendo o zíper da calça pra ver o pau grosso daquele filho da puta. Começou a fazer um boquete de primeira, lambendo toda a cabeça do pau enquanto o Hisak gemia e enfiava os dedos no cabelo dela, puxando com força. Daí eles foram pra mesa da sala, ela se debruçou toda pra mostrar a buceta peluda e mandou ele meter de vez sem dó. Ele meteu fundo de primeira, a Fanny soltou um gemido alto com a voz rouca, pedindo pra ele ir mais forte, que ela aguentava pau grande até o talo. O pau dele batia na bunda dela, que tava toda vermelha de safada, e quando ele puxou pra gozar, ela virou rapidinho pra tomar todo aquele leite quente na cara e na xota, gemendo com a porra escorrendo pelo cu enquanto o Hisak esvaziava todo dentro dela.