Cheguei na clínica achando que ia fazer só uma massagem de rotina, mas a enfermeira safada já veio me recebendo com aquele sorrisinho safado e os peitos enormes balançando pra lá e pra cá dentro do uniforme apertado. Assim que sentei na maca, ela já começou a passar aquele óleo gelado na barriga toda, os dedos dela escorregando devagar pra cima enquanto eu ficava duro só de olhar praqueles peitões livres quase saindo do avental. Daí, sem mais nem menos, ela parou de fazer massagem, jogou o avental no chão e ficou só de calcinha transparente e sutiã, aqueles mamilos duros me provocando de pertinho. Eu tentei falar alguma coisa, mas ela pôs o dedo na minha boca e mandou calar a boca, dizendo que ali quem mandava era ela. Minha respiração ficou rápida quando ela se ajoelhou entre as minhas pernas, abriu meu zíper com calma e tirou meu pau duro pra fora, elogiando uns dois palavrões enquanto masturbava devagar com as duas mãos. Logo depois, ela jogou meu pau entre aqueles peitões gigantes, apertando com força de um lado pro outro, a cabeça dele saindo por cima enquanto ela lambia a glande toda melada de pré-gozo. Com um sorriso safado, ela se abaixou e engoliu meu pau inteiro num boquete rápido e molhado, a garganta dela trabalhando com força enquanto eu agarrava no cabelo dela pra controlar o ritmo. Ela parou, levantou, tirou a calcinha e sentou em cima de mim com tudo, a buceta dela grudada no meu pau sem nem esperar eu reclamar, gemendo alto quando eu comecei a bater nela com força, a carne dela batendo e os peitos dela balançando na minha cara. Quando ela mandou eu transar com força, eu virei a médica safada de barriga pra cima e meti duro pra caralho, os peitões dela tremendo toda vez que eu ia fundo, até que eu gozei com um grunhido grosso, enchendo ela toda enquanto ela gemia e apertava meu pau com a buceta pra não perder nem uma gota.