Emanuely Raquel chegou em casa com aquele look de safada que só ela sabe fazer, vestida naquela saia justa que mal cobria a bunda grande, apertando a xota contra mim toda vez que passava por perto. Eu nem sabia direito o que tava rolando porque ela sempre foi comportada, mas dessa vez o brilho nos olhos dela era diferente, como se tivesse um plano sujo na cabeça. Começou enrolando o cabelo com os dedos enquanto me olhava com aquele sorriso de vadia, falando baixo pra não acordar ninguém, mas eu entendi perfeitamente: 'Hoje você vai ver uma coisa que nunca viu na vida, amor'. Antes que eu pudesse reagir, ela se ajoelhou no chão da sala, abaixou a calcinha rendada mostrando a buceta depilada e já molhada, e começou a chupar o pau do amante escondido atrás da porta — um cara bem dotado, bem mais que eu, com uma veia grossa que batia na língua dela enquanto ela fazia um barulho molhado de sucção. Os gemidos grossos dela ecoavam pela casa, o som da pele batendo na pele, o cheiro de porra quente no ar, e eu tava ali parado, com o pau duro dentro da cueca, vendo a coroa coroa mamando como se fosse a coisa mais natural do mundo. Quando o amante a levantou pelos cabelos e jogou em cima do sofá, ela já tava gemendo alto pra caralho, mostrando a bundona pra ele enquanto o cara batia o pau grosso na bunda dela, deixando marca de mão avermelhada na pele branca. Eu não aguentava mais, tirei meu pau pra fora e comecei a se masturbar enquanto ela gritava pedindo pra ele meter fundo na buceta, chamando o amante de gostoso e implorando pra não parar. Os peitões dela balançavam toda vez que ele chocava a pélvis contra a bundona de rabo gordinho, e quando ele gozou dentro dela sem camisinha, a porra escorreu pra fora, tingindo a calcinha dela de branco, enquanto Emanuely Raquel olhava pra mim com aquele olhar de satisfação total, perguntando se eu tava gostando de ver a mulher bem comida