A garota do serviço doméstico entrou na mansão do patrãozinho cheirando a limpeza e suor atrás das orelhas, as perninhas duras dentro das meias finas que deixavam a bundona enorme mal contida pelo uniforme de empregada, os peitões balançando pra lá e pra cá dentro do vestido justinho que mal cobria a bucetona depilada. Carlo Duro tava deitado no sofá com a gravata amarrada frouxa no pescoço e a calça aberta só o suficiente pra mostrar o pau duro já pingando pré-porra, os olhos grudados naquela bunda gigante que balançava toda vez que ela se abaixava pra catar a poeira do chão. Perry Layne nem esperou ela se ajoelhar: agarrou o cabelo loiro dela e puxou forte pra trás, enfiando a rola grossa na boca da vadia que engasgou mas não parou, lambendo até a base enquanto ele gemia e batia o pau na cara dela, a porra já escorrendo pra dentro daqueles lábios carnudos. Daí ele virou ela de quatro no chão gelado, rasgou a calcinha rendada e meteu duro pra caralho, a bundona da safada tremendo toda com cada estocada, a xota molhada escorrendo pra todo lado enquanto os peitões balançavam violentamente pra frente. Miss Sally tava no canto só olhando e se masturbando com os dedos na própria buceta enquanto ele abaixava a cabeça pra lamber a bundona da empregada por trás, enfiando a língua no cu apertadinho e gemendo igual cachorro no cio. O pau inchou ainda mais quando ele viu a garota rebolando pra trás, implorando pra ele meter no rabo, então ele não pensou duas vezes: cuspiu na mão, enfiou dois dedos lá dentro pra abrir e foi metendo devagar até a metade, a vadia gritando pra ele ir mais fundo enquanto ele socava com tudo, a porra jorrando pra fora a cada estocada. Ele gozou com jatos grossos dentro do cu dela, que tremeu toda e caiu de bruços no chão, a buceta e o cu escorrendo leite pra todo lado enquanto Carlo Duro ainda não tinha terminado e já tava metendo outra vez na boca da coitada, forçando ela a engolir tudo de novo até a última gota.