Quando o meu SirGatari colocou aquela fantasia de coelhinha no meu corpão de japonesinha de vinte anos, eu já tava com a buceta molhando e o pau dele duro só de olhar. Ele me puxou pra cama daquele jeito safado de nerd que não aguenta mais, enfiando a mão na calcinha pra conferir como tava a minha xota antes mesmo de eu tirar a roupa. Eu virei de quatro na hora, mostrando a bunda pra ele montar por trás, e quando sentiu a minha boceta escorrendo ele não resistiu: meteu o pau de uma vez até o talo, me fazendo soltar um gemido rouco e pedir mais. O SirGatari não brincou não, foi logo metendo forte e fundo, cada estocada acertando bem no meu ponto G enquanto eu apertava o travesseiro na cara pra não gritar alto demais. Ele puxou meu cabelo pra trás pra me olhar nos olhos enquanto socava o meu cuzinho com vontade, gemendo que eu tinha uma xota tão apertada que parecia que tava apertando o pau dele pra gozar mais rápido. Eu virei na hora pra ele na posição de por cima, montando naquele pau grosso com as peitos balançando livremente, e fiquei de quatro pra ele lamber e chupar os meus mamilos duros enquanto eu rebolava pra sentir cada veia do pau dele raspando na minha bocetinha. Quando ele cansou do meu controle, jogou eu de costas e entrou na posição de missionário, apertando a minha cintura pra me grudar nele enquanto metia devagar pra prolongar o prazer. A cama tava toda molhada do meu gozo, mas ele não parou nem um segundo, só trocou pra posição de cachorrinho de novo quando sentiu que eu tava perto de gozar pela terceira vez. Aí ele agarrou os meus cabelos e meteu tão fundo que eu comecei a ver estrelas, gemendo o nome dele e implorando pra ele encher a minha buceta com o leite quente dele. Quando o pau dele começou a pulsar lá dentro, eu senti a porra jorrando toda na minha xota enquanto os dois juntos gozávamos feito loucos, os corpos suados colados um no outro até não aguentar mais.