Depois que o Monu colocou a Radha786 pra sentar na beira da cama com aquela lingerie rendada que fazia a bundona dela balançar toda vez que ela se mexia, ele não perdeu tempo. Os dois estavam sozinhos na casa da sogra, aquele silêncio gostoso de manhã de domingo só quebrado pelo barulho dos passarinhos lá fora, o que deixava tudo mais excitante ainda. Ela chegou toda tímida, ainda com o cheiro do banho recente no corpo, mas bastou ele puxar o tecido da calcinha e enfiar a cara entre as pernas dela pra ver que a Radha tava molhadinha só de pensar no que iam fazer. Ele lambeu a xota dela devagarinho, bem no talo da bundinha, fazendo ela gemer baixinho e apertar os cabelos dele com força, como se fosse empurrar ainda mais a cara pra dentro daquilo. Cada lambida na goela, cada volta da língua nos lábios molhados, fazia ela revirar os olhos e soltar um gemidão que ecoava pelo quarto todo. Quando ele puxou a calcinha pra baixo e mostrou a bucetinha toda depilada, brilhando de tesão, o Monu não aguentou e meteu os dedos dentro, sentindo quão apertada e molhada ela tava. Ela pediu pra ele não parar nunca, falando um monte de porra, xingando ele de safado enquanto ele chupava e fodida com a mão. Quando ele levantou ela e jogou na cama, a Radha786 abriu as pernas toda pra ele, mostrando que tava pronta pra receber cada centímetro daquele pau duro que já tava escorrendo pré-gozo. Ele entrou devagar, bem no começo, mas assim que sentiu a bocetinha apertando ele todo, começou a meter com vontade, cada estocada fazendo ela gritar e arranhar os lençóis. A cama tava toda balançando, os dois suados, os gemidos cada vez mais altos, até que ele não aguentou mais e jogou ela de quatro, pegando pela bundona pra estocar até o fundo. A Radha786 gozou tão forte que quase não aguentava mais respirar, mas o Monu não parou, continuou metendo até que ele mesmo jogou a porra toda dentro dela, enchendo cada canto daquela buceta que tava pedindo faz tempo.