O chazinho que a Agatha mama preparou pro vovô Antony Borges não era desses de erva cidreira não, era um chá com gostinho de safadeza e muito viagra que ela colocou na breu. Enquanto o vovô tomava aos goles, ela se ajoelhou na frente dele, abriu a camisinha e puxou aquele pau duro que já dava um nó no short dele. Antes dele terminar de engolir a última gota, ela já tinha enfiado aquele cacete todo na boca suja, engasgando no comprimento mas sem reclamar nem um pouco. O vovô agarrou o cabelo dela e começou a meter sem piedade, a glande roçando na garganta da Agatha enquanto ela fazia barulho de engasgo delicioso, a baba escorrendo pelo pau grosso que não parava de crescer. Quando ele tirou o pau da boca, agarrou ela pelo quadril e jogou ela de costas na cama, levantando as pernas da coroa coroa e encaixando a pica sem preâmbulos no cu apertado dela que ainda tava molhado do pau. O vovô foi batendo com força, o barulho do cu estalando alto enchia o quarto enquanto a Agatha gritava de dor e prazer misturado, pedindo mais com voz de vadia maluca. Ele não parou nem quando ela pediu pra ir devagar, acelerando cada vez mais até os peitos dela sacudirem violentamente e o pau sumir todo dentro daquele rabo cheio de celulite. Quando ele gozou com um urro animal, enfiou até o talo e despejou tanta porra quente que escorreu tudo pro chão, a cama ficando escorregadia de suor e leite. A Agatha ainda ficou tremendo com o pau mole dentro dela, a mão enfiada na buceta pra se aliviar enquanto olhava pro vovô satisfeito, que já tava pedindo pra repetir a dose logo, logo.