Coroa europeia não perdeu tempo quando entrou no carro e largou a bolsa no banco de trás, o vestido curto subiu um pouco e deixou à mostra um par de pernas lisas e grossas que davam vontade de morder de tão suculentas. Eu tava só dirigindo meu carro quando a Artemísia, com aquele sorrisinho safado de coroa italiana, se inclinou toda pra frente e falou que tava com calor, tipo, o ar-condicionado não tava funcionando direito não. Aí eu vi o peito dela balançando livre de cima do vestido, os mamilos duros já marcando o tecido fino, e a porra do pau meu ficou duro na hora só de imaginar como aquelas peitos grandes iam se mexer quando ela se jogasse em cima de mim. Ela não esperou muito não, puxou o cinto e saiu fora do vestido num piscar de olho, ficando só de calcinha de renda preta que mal cobria aquela bucetinha depiladinha que já tava pingando. Eu nem tive tempo de reagir, ela montou no meu colo de uma vez só, a buceta quente encostando no meu pau duro através da calça jeans, e começou a rebolar devagar com os peitos grandes balançando na minha cara, os mamilos roçando nos meus lábios a cada movimento. A gente tava no meio da estrada vazia, mas eu não tava nem aí pra isso, só queria meter aquele pau dentro dela e ouvir os gemidos engasgados que ela fazia enquanto eu puxava a calcinha pra o lado e enfiava dois dedos na xota molhadíssima. A coroa coroa gemeu alto pra caralho quando eu meti de uma vez só, o pau entrando até o talo naquela boceta apertada e molhada, e os peitos dela balançando na minha cara com cada estocada mais forte que eu dava. Ela tava gemendo meu nome, falando pra eu socar mais fundo, e eu não ia parar não, não com aquelas peitos enormes balançando na minha cara e a buceta dela apertando meu pau feito uma luva. Quando a gente gozou junto, ela jogou a cabeça pra trás e gritou, o pau meu explodindo dentro da xota quente dela e o esperma escorrendo pra fora enquanto os peitos balançavam sem controle no meu rosto.