A coroa careca peluda Dollme chegou na sala com o celular na mão, o roupão escorregando devagar pelo braço enquanto ela passava a língua grossona no lábio carnudão, aqueles peitões inchados balançando livres por baixo do tecido fino. Era madrugada e a casa toda tava quente feito forno, o ar condicionado quebrado e o cheiro de xana peluda e suor tomando conta do ambiente sem dó. Ela jogou o celular na poltrona e abriu bem as pernas pra gente ver a bucetona toda molhada, os lábios grossos já brilhando de prazer e o piercingzinho no clitóris tremendo com a respiração pesada. Dollme tirou os óculos de grife, jogou longe e coçou a cabeça careca com as unhas pintadas, os dedos se esbarrando nos mamilões duros como pedra antes de descer a mão peluda direto pra xota peluda, abrindo a boceta com dois dedos e mostrando tudo pra câmera. A safa não tava nem aí pra nada, só queria meter os dedos ou coisa maior dentro daquele buraco que já tava esguichando porra de tesão puro. Ela se jogou no sofá, abriu as pernas tipo estrela e começou a se masturbar em câmera lenta, a xana peluda toda molhada, a bundona redonda balançando conforme ela metia dois dedos e depois três, gemendo alto com a voz rouca de quem não aguenta mais. Dollme pegou o pau de algum coitado que tava transando com ela antes, apertou a cabecinha entre os lábios grossos e chupou com vontade, a saliva escorrendo pelo pau mole mas nem ligando, só querendo gozar naqueles peitos gigantes que ela balançou na cara dele pra sacanear ainda mais. Quando o pau finalmente ficou duro, ela virou de quatro no sofá, mostrou a bundona peluda pro pau entrar por trás e mandou ele meter com força, a xota peluda encharcada de porra escorrendo toda vez que ele socava sem piedade. Dollme gritava cada vez que o pau ia fundo, a voz ficando cada vez mais rouca, a barriga sarada tremendo de tanto prazer enquanto ela mandava ele encher a buceta de porra até sobrar tudo escorrendo pra calça do pau. No final, ela se jogou toda suada no chão, com os peitões esparramados e a bucetona escorrendo leite de gozo misturado com porra, os óculos quebrados ao lado e um sorriso safado no rosto de quem não tava nem aí pra ninguém.