Cara, quando eu cheguei na casa daquela coroa bunduda bahiana, já tava com o pau duro só de pensar naquilo que ela tinha me prometido no zap. A velha entrou no quarto com aquele vestido curto que mal cobria a xota peluda e a bunda enorme que balançava pra caramba, nem precisou de conversa, ela foi logo se jogando na cama, meteu dois dedos dentro da calcinha e mostrou pra mim o quanto tava toda molhada só de me ver entrar. Quando eu passei a mão naquele bumbum gigante que parecia uma geleia trepando, ela deu um gemido de vadia safada e falou pra mim tirar a roupa logo, pois não aguentava mais esperar. Mal eu tirei a calça e a camisa, ela já tava de quatro, com a bunda enorme empinada, mostrando o rabo todo lambuzado de xota escorrendo, pedindo pra mim meter o pau nela sem dó. Eu não tive nem tempo de pensar, agarrei naquelas nádegas grossas e meti o pau bem no meio, sentindo a buceta apertada me engolindo de uma vez, as paredes quentes me apertando enquanto ela gritava 'ai porra, mete esse pau grosso aqui, corno'. Fui socando aquela bunda mole com força, cada estocada fazia o bumbum dela balançar que nem geleia, o som daquele cuzão cheio de porra batendo ecoava no quarto junto com os gemidos dela, que não parava de gemer 'isso, vadia, toma esse pau toda, vou te encher toda de porra'. Quando eu senti o pau chegar no talo dentro daquela buceta apertada, ela começou a tremer toda e jogou a cabeça pra trás, gozando bem na hora que eu meti até o talo pela terceira vez, jogando a porra toda dentro dela que nem uma louca, enquanto eu agarrava naquelas cadeiras enormes pra não cair de tanto tesão.