Então eu tava deitada na cama de manhã, aproveitando o sol que entrava pela janela toda aberta, quando peguei no meu pauzinho e comecei a me bater punheta sozinha porque ninguém aqui em casa ia me comer como eu mereço. Coloquei a mãozinha pra trabalhar devagarinho, sentindo toda a veia grossa pulsando enquanto os dedos iam e vinham no meu pau duro que já tava do tamanho que uma mulher safada como eu gosta. Parei um pouco pra me lamber os lábios imaginando aquele alemão fortão vindo me encher de porra bem na bucetinha peluda, mas como ninguém tava vindo, resolvi botar pra quebrar sozinha mesmo. Comecei a gemer alto enquanto apertava a cabecinha do pau com força, imaginando que tava sendo empalada por um pau bem grosso que só uma coroa madura alemã como eu aguenta. O pau tava tão duro que doía um pouco, mas eu adoro quando doi de tanto tesão, principalmente quando a gente bate punheta e a porra já tá toda pronta pra sair. Mordi o lábio inferior com força pra não gritar muito e fazer a vizinha ouvir, mas quando dei uma olhada pra porta entreaberta eu vi que ninguém tava vindo mesmo, então soltei os gemidos mais gostosos que uma mulher sozinha pode soltar sem medo. Os peitões balançavam toda vez que eu empurrava o quadril pra cima, a bocetinha tava toda molhadinha só de pensar em ser fodida por um pau alemão bem grosso. Achei uma garrafinha de óleo na gaveta, joguei umas gotinhas na mão e continuei me fodendo com mais vontade ainda, o pau escorrendo de gozo enquanto eu imaginava um monte de pau diferente me enchendo de porra. Quando não aguentava mais, dei uma última punhalada bem forte e gozei toda apertada, os miolos escorrendo pela mão enquanto eu suspirava aliviada e ficava toda relaxada na cama, mas já pensando no próximo jeito de me satisfazer sozinha.