Coroas Peladas

Consolando o vizinho vascaíno frustrado no sofá

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A frustração do Neto no sofá foi minha desculpa perfeita pra safadeza que eu vinha bolando fazia semanas, afinal, o corno tatuado não fazia ideia que enquanto ele tomava aquele chope triste vendo o jogo, eu já tinha combinado com o Bruno no telefone pra ele aparecer aqui em casa. Quando o vizinho chegou com aquele pau já duro debaixo da sunga molhada, eu mal consegui disfarçar o sorriso safado enquanto abria o portão pra ele entrar pela porta dos fundos, onde a piscina ainda tremia com os respingos da minha bocetona depilada esperando ele. O Bruno nem tirou a camiseta cheia de tatuagens enquanto eu me ajoelhava na toalha molhada e já começava a mamar aquele pau grosso dele como se fosse a última vez, gemendo alto com a boceta já pingando e chamando o Neto pra ver como eu adorava um pau tatuado. Ele veio arrastando os pés bêbado, babando enquanto eu fazia questão de lamber a glande do Bruno bem na frente do marido, mostrando na prática como uma mulher casada precisa ser preenchida direito. Quando o Neto finalmente se aproximou pra tentar beijar minha boca ainda escorrendo da saliva grossa do outro, eu empurrei a cara dele com a mão só pra enfiar o pau cheio do Bruno pra dentro da minha xota já escorrendo, começando a cavalgar com vontade enquanto gritava pra ele gozar logo dentro de mim sem camisinha. O Bruno não aguentou, agarrou meus peitos durinhos cobertos só pela sunguinha molhada e meteu até o talo na minha boceta inchada, jogando porra quente bem no fundo enquanto eu gozava em cima dele, sujando toda a toalha com meu cheiro forte misturado com o esperma escorrendo pela minha perna. O Neto ficou lá tremendo, babando na cadeira enquanto eu lambia os lábios inchados e perguntava se ele gostou de assistir a mulher dele levar pau grosso de um vizinho gostoso que ainda ia deixar nóis tomar mais um chope depois da farra.

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