Coroas Peladas

Buceta da madrasta boa ajuda o filho deficiente a relaxar

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Buceta da madrasta boa ajuda o filho deficiente a relaxar, foi assim que comecei a entender o que ia rolar quando a Bettie Bloem apareceu na porta do meu quarto com aquele robe fino meio escancarado, mostrando os peitões naturais dela balançando e as pernas grossas cobertas só com aquele tecido transparente. Eu tava deitado, a perna travada daquele jeito que o fisioterapeuta disse pra eu não forçar, mas quando ela sentou na beira da cama e cruzou uma perna sobre a outra, deixando a xota escancarada só com uma calcinha de rendinha, meu pau começou a endurecer na hora. Ela olhou pra mim com aquele sorriso safado e falou baixo no meu ouvido que ia me ajudar a relaxar, que aquela buceta tava ansiosa pra sentir meu pau, mesmo que eu não conseguisse fazer força direito. Não deu outra, ela puxou a calcinha pra o lado e mostrou aquela boceta lisa e molhada, brilhando só de pensar em entrar nela, e eu comecei a me masturbar devagar enquanto ela ficava me olhando com aqueles lábios vermelhos mordendo o inferior. Bettie pegou um consolo da gaveta, passou na boceta dela pra molhar bem e veio se esfregando na minha mão, gemendo baixo enquanto eu ficava louco com a visão daqueles pezinhos de salto rasgando a cama. Quando ela sentou em cima de mim na posição de missionário, eu só consegui enfiar a cabeça do pau nela e ela já foi descendo toda, gemendo que tava apertando tanto que eu ia gozar rapidinho, mas não me importei, só queria sentir aquela bocetinha quente engolindo o meu pau devagar. Ela começou a rebolar em volta, apertando a xota toda em volta do meu pau, passando as unhas compridas nas minhas costas, e eu só conseguia gemer igual um louco enquanto o pauzinho fraco que eu tinha ia enchendo de novo, duro feito uma pedra de tanto tesão. Quando ela virou e ficou de quatro, mostrando aquela bunda redonda e o rabo pra cima, eu não aguentei mais, entrei de uma vez só e comecei a socar ela por trás, ouvindo os sons molhados da buceta batendo em cima do meu pau até a gente não aguentar mais e gozar junto, a porra escorrendo toda pra fora enquanto ela gritava meu nome e mordia o travesseiro pra não acordar ninguém.

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