Assim que vi a coroa coroa com a buceta toda molhada se remexendo no sofá, não resisti e fui logo pegando o brinquedo de oito polegadas da gaveta, aquele monstro que a gente usa pra abrir o buraco bem devagar antes do pau de verdade entrar. Ela nem esperou eu ligar, já abriu as pernas toda manhosa, mostrando a xota peluda encharcada e gemendo baixinho quando eu passei a ponta gelada do brinquedo na entrada dela, fazendo a carne tremer toda. De primeira, ela mordeu o lábio e xingou um puta que pariu quando a cabeça do consolo escorregou pra dentro sem dó, esticando a bucetinha apertada até ela gritar meu nome e pedir pra meter rápido. Comecei devagar, enfiando e tirando só metade, ouvindo os barulhos molhados do pau de silicone raspando na carne quente, enquanto a coroa se remexia toda, os peitos balançando e a mão dela já se metendo na xota pra aliviar a pressão. Quando eu dei uma estocada bem funda e senti a buceta se contrair toda no brinquedo, ela jogou a cabeça pra trás e começou a gemer alto, a porra escorrendo pelo cu daquela vagabunda safada que não aguentava mais. Aumentei o ritmo, metendo o pau de oito polegadas pra dentro e pra fora com força, batendo com a base bem em cima do clitóris dela, que já tava duro e vermelho de prazer. A coroa coroa não tava nem aí pra vergonha, gritando putaria e implorando pra eu encher a buceta dela de porra até ela gozar toda molhada, os sucos escorrendo pra fora sem controle. Quando ela veio com um gemido longo e a vulva toda tremendo, eu tirei o brinquedo devagar, mostrando como a bucetona ficou toda aberta e brilhante, escorrendo porra pra todo lado, e dei a vez pra ela meter na minha cara pra lamber até a última gota do que sobrou na xota peluda.