A afinidade perversa com a madrasta japonesa me pegou completamente de surpresa quando ela bateu na porta do meu quarto tarde da noite, só de camisinha fina transparente que mal cobria aquela bunda redonda e durinha que eu já tinha visto de relance. Mal deu tempo de eu engolir em seco, ela entrou sem pedir licença, sentou em cima de mim na cama e puxou minha mão direto pro meio das pernas dela, onde a buceta já estava toda molhada e escorrendo pela coxa fina. Pame, que eu sempre achei uma vidinha tímida, começou a gemer alto no meu ouvido enquanto eu passava os dedos pela xota apertada dela, sentindo cada tremor do corpo japonês junto com o cheiro de perfume barato misturado com cheiro de sexo. Antes que eu pudesse reagir, ela já tinha tirado minha calça e enfiado o pau duro na minha mão pra eu massagear enquanto lambia meus mamilos com aquela boquinha gulosa, os lábios vermelhos e brilhando. Quando ela abriu as pernas pra mim e mandou eu meter fundo em posição de papai-e-mamãe, o pau pulsou tanto que quase explodi na hora, mas ela segurou firme na minha cintura e forçou tudo pra dentro enquanto eu ouvia os peitinhos dela balançando na cara. Pame gritava cada vez que eu socava forte, pedindo mais pau e gozando em cima do meu pau enquanto eu mordia aquele pescoço fino sufocando os gemidos pra não acordar ninguém. Depois que eu enchi a bucetinha apertada dela pela primeira vez e senti a porra escorrendo pra fora junto com os respingos de gozo, ela ainda pediu pra eu chupar todo aquele creme de volta enquanto ela se abaixava pra lamber meu pau sujo de porra pra limpar tudo.